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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Não mande seus filhos para a Escola Bíblica Dominical.

O amor é fruto do conhecimento.
A escola bíblica dominical é um lugar onde o conhecimento de Deus é semeado e cultivado no estudo bíblico e na participação dos irmãos.
O maior conhecimento de Deus através da Escritura aumenta nosso respeito, admiração e amor por este Senhor tão misericordioso, que nos oferece salvação por sua pura graça.
Este amor nos torna mais humildes e obedientes ao Senhor, e aumenta gradativamente o desejo de conhecer e agradar mais o Deus insondável e todo poderoso.
Esta é a melhor herança que os pais podem deixar aos seus filhos, não somente os estimulando a participarem da EBD, mas sendo um exemplo de aprendizes que amam a Deus porque o conheceram pela Palavra e se relacionam com Ele com reverência e intimidade.
Valorize e se comprometa com a EBD da sua igreja!
#IECConforto  #EBD #Conhecimento #AmorÀBíblia #AmorADeus #AmorAoPróximo

domingo, 11 de junho de 2017

O QUE SIGNIFICA SER DISCÍPULO DE JESUS

TEXTO: LUCAS 9.16-27.
TEMA: O DISCIPULADO CRISTÃO IMPLICA EM SABER QUEM É JESUS, SE DISPOR A SEGUIR SEUS PASSOS, IMITANDO-O, E JAMAIS SE ENVERGONHAR DELE POR CAUSA

INTRODUÇÃO:
       O termo “discipulado” aparece no Novo Testamento 269 enquanto a palavra “cristão” ocorre apenas 3 vezes. O NT é um livro sobre discípulos, escrito por discípulos e destinado a discípulos.
        O grande desafio da igreja hoje é que os cristãos decidam ser discípulos de Jesus.
        Nesta mensagem vamos meditar um pouquinho sobre o que significa ser discípulo de Jesus. Para isso vamos refletir no texto de Lucas 9.18-26, onde Jesus ensina sobre o discipulado e extrair dali três condições fundamentais para o discipulado verdadeiro.

SABER QUEM É JESUS.
Os homens têm várias opiniões sobre Jesus.
Alguns dizem que ele foi um grande mestre. - Como Nico demos em João 3.2.
Outros dizem que ele é mais um importante profeta. - Como a samaritana em João 4.19.
E ainda há quem diga que ele foi um embuste, um mito criado pelos seus discípulos. Como os fariseus em Mateus 26.64.67 e 28.11-15.
Mas os seus discípulos sabem que Ele é o Cristo, Filho do Deus vivo! Portanto, Deus Filho Todo Poderoso.
“enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo”.
Tito 2:13 NVI

SEGUIR OS PASSOS DE JESUS.
Tomar a cruz implica em se colocar numa situação de humilhação e morte.
Tomar a cruz era carrega - la até o lugar da execução,  passando por uma multidão que gritava palavras de zombaria.
Os discípulos de Jesus devem promover a morte do eu diariamente para que a vida de Cristo se revele neles. - “Pois, se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão”
Romanos 13.8
Os discípulos de Jesus devem estar prontos para encarar um literal escárnio pelas ruas e até mesmo um eventual martírio por amor ao seu Senhor.

NÃO SE ENVERGONHAR DE JESUS, O MESSIAS.
Os discípulos não têm vergonha de passar por situações humilhantes por amor a Jesus. - “Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus”.
Atos 20:24
Se envergonhar de Jesus implica em não ter coragem em assumir sua fé diante dos homens por medo de ser ridicularizado.
Quem se envergonhar de Jesus receberá vergonha de volta,  pois Jesus se envergonha de covardes que se dizem seus discípulos.

CONCLUSÃO:
        Aqueles que ouviram o chamado de Jesus e decidiram segui-lo como discípulos precisam estar convictos de que Jesus é o seu Deus, de que ele é Todo Poderoso e de que não falhará em sua promessa de voltar para nós buscar.
        Essa certeza de fé é necessária porque o discípulo aprende do seu mestre e segue o seu exemplo de vida em todas as coisas. Porquanto, o discípulo de Jesus entende que assim como o seu Mestre ele vai passar por escárnios e açoites em razão da verdade que defende. Ele decide morrer diariamente para si mesmo e viver a vida de Jesus para experimentar o poder da Sua ressurreição.
        O mestre nos ensinou que: “Quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará”. João 12:26
        Você pode afirmar que é um discípulo de Jesus?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Perdão



TEXTO: mateus 6:14,15
“Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará.
Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas".

Introdução
Não temos nenhuma dificuldade em conceituar e falar sobre o perdão. Porém praticá-lo é outra coisa... Tendemos a guardar ressentimentos “justificáveis”, a ficar aguardando que o outro dê sinal de arrependimento primeiro para que depois pensemos em perdoá-lo.
Perdoar é conceder a absolvição de qualquer ofensa ou dívida, desistindo do direito de reivindicação, assim como o Senhor nos perdoou em Cristo sem exigir de nós qualquer pagamento.
Nesta reflexão vamos entender, a partir de alguns princípios bíblicos, o porquê o perdão é tão importante e quais os benefícios que vêm do ato de perdoar.
Abra o coração para que o Espírito Santo ministre a você.


I – PERDOAR É UM MANDAMENTO.
Somente seremos perdoados pelo Eterno se perdoarmos.
“Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas". Mateus 6:14,15
Deus se auto impôs este limite, ele só dá perdão a quem se dispõe a perdoar.
O não perdoar nos mantém em escravidão.
Na parábola do servo impiedoso, em Mateus 18:23-35, Jesus ensina sobre a maldade humana de querer ser perdoado, mas não estar disposto a dar o perdão.
Essa atitude nos fará ser entregues aos torturadores.
A falta de perdão frequentemente leva a pessoa a ter doenças físicas e mentais, além de produzir fortalezas demoníacas.
A negação em perdoar faz mal tanto a quem se recusa em dar o perdão, quanto ao que precisa ser perdoado.
A falta de perdão bloqueia as promessas de Deus.
"Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta”. Mateus 5:23,24
“E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados". Marcos 11:25
A palavra diz que devemos primeiro perdoar nosso irmão para depois orarmos.
Para caminhar na fé precisamos agir bíblica e corretamente com as pessoas.
Mateus 5 ensina que se nós ofendemos o nosso próximo, então nós devemos buscar a reconciliação. E Marcos 11 ensina que se foi o nosso próximo quem nos ofendeu, então nós também devemos iniciar o processo de reconciliação.
Buscar a reconciliação é a tarefa daquele que é espiritual e maduro o suficiente para saber que Deus nos fez ministros da reconciliação (2Co 5.18).

II – COMO AGIR NO PROCESSO DE PERDÃO.
Não se justifique
Os justificar-se apenas perpetua o pecado e mantém as pessoas separadas.
Ao dar o perdão não fale mais a respeito da ofensa - Aquele que cobre uma ofensa promove amor, mas quem a lança em rosto separa bons amigos. Provérbios 17:9

Não espere o arrependimento do outro para lhe dar o perdão.
O Senhor Jesus (Lc 23.34) e o diácono Estêvão (At 7.60), perdoaram os seus agressores enquanto estava sendo mortos, mesmo quando não havia nenhum arrependimento por parte daqueles que desejavam as suas mortes.
Perdoar é um ato da vontade, não um sentimento.
Decida perdoar e os sentimentos seguirão a decisão.
Não julgue o seu cônjuge. Não podemos justificar o nosso “pequeno” pecado e condenar o “grande” pecado do nosso cônjuge. Para o Senhor pecado é pecado. - Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei. 1 João 3:4
Dizer: “não posso perdoar” significa “não quero perdoar”.
A falta de perdão impede que Deus nos perdoe (Mt 6.14,15) e nos impede de prosperar (Pv28.13).
Em função disso começamos a experimentar os efeitos negativos da falta de perdão e tendemos a culpar a pessoa que não queremos perdoar.
Evite a amargura - Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus. Que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos. Hebreus 12:15
Amargura é o resultado de uma falta de perdão de longa data.
O efeito da amargura é que ela traz perturbação e contamina muitas pessoas.
A amargura destrói o amor.

III – VIVENDO A RECONCILIAÇÃO.
Perdoe a si mesmo.
Antes de perdoar aos outros precisamos perdoar a nós mesmos.
Jesus nos perdoou. Então se não nos perdoamos estamos nos colocando acima do Senhor. Isso é orgulho.
Não é possível perdoar os outros se não perdoamos a nós mesmos - E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Mateus 22:39.
Não permita nem mesmo pequenas áreas de falta de perdão, chamadas de desapontamentos.
Jesus destruiu toda barreira de inimizade – Ef 2.14-16
Não permita que a falta de perdão reconstrua a barreira que o Senhor destruiu.
Escolha perdoar, seja obediente e inteligente.
Confesse que perdoou mesmo que seu coração esteja dolorido com a ofensa.
Não fique pensando mais na ofensa perdoada.
Semeie boas sementes e declare a Palavra ao invés de ficar pensando na ofensa.
Abençoe aqueles que você perdoar – “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem,”. Mateus 5:44.

Conclusão: 
Talvez você pense que não há nada para ser perdoado. Mas pode ser que vocês se identifiquem com a palavra “desapontamento”. Pequenos desapontamentos podem passar despercebidos porque, afinal, não é nada tão grande. Porém, o acumulo desses pequenos desapontamentos pode gerar um afastamento tão grande que depois nenhum dos dois saberá identificar porque estão tão distantes, pois foi um acúmulo de uma infinidade de pequenos desapontamentos.
Decida tratar e perdoar todas as ofensas, até mesmo as que vocês julguem insignificantes. Elas podem ser as piores por passarem despercebidas e mesmo assim não deixam de causar seus pequenos estragos como a erosão em um terreno, que passa despercebida, mas quando se dão conta, já está destruindo tudo.
Decida perdoar e evitar a destruição dos relacionamentos.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Fundamentos da Missão da Igreja: Ação e Evangelização.

Texto: João 17.18; 20.21

Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo.
João 17:18 NVI
Novamente Jesus disse: “Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio”.
João 20:21 NVI

Verdade teológica: A missão da igreja é, na verdade, a missão de Cristo que continua através de nós.

Sentença interrogativa: Como entender as evidencias de que a missão da igreja é a continuação da missão do Cristo?

Sentença de transição: Existem pelos menos duas evidências bíblicas que nos ensinam que fomos enviados em missão de fazer o bem e evangelizar para abençoar a todos, indistintamente. Vejamos:

COMO O PAI ME ENVIOU

“Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo”.
João 17:18 NVI

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas-novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos  e proclamar o ano da graça do Senhor”.  Então ele fechou o livro, devolveu-o ao assistente e assentou-se. Na sinagoga todos tinham os olhos fitos nele; e ele começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir”.
Lucas 4:18-21 NVI

“como Deus ungiu Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, e como ele andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo Diabo, porque Deus estava com ele”.
Atos 10:38 NVI

Jesus foi enviado para um propósito: salvar os homens. Porém, para cumprir o Seu propósito ele cumpriu uma missão ampla, que era evangelizar e fazer o bem a todos.

É importante entender que as duas coisas andam juntas, mas uma não pode servir de trampolim para a outra.
Jesus fez o bem, mas jamais o usou como barganha proselitismo, para que alguém se tornasse seu discípulo pela obrigação de “retribuir” o bem recebido.

Jesus evangelizou e anunciou a salvação, mas sem lançar mão de outros recursos, se não somente a pregação (Mt 4.17).

Jesus também posicionou-se contra os erros e apontou os desmandos daqueles que estavam no poder ou que gozavam de facilidades, mas não se punham em favor dos necessitados, sem jamais desrespeitá-los (Lc 6.25; Mt 23.1-39)

Jesus, nosso Senhor, nunca operou milagres ou fez qualquer bem por propósitos proselitistas, mas sempre por compaixão (MT 9.36; 14.14; 20.34; Mc 1.41; 8.2).

Transição: Ficou bem estabelecido que o Senhor sempre fez o bem e nunca impôs a ninguém que se convertesse em função do bem recebido. Logo, ele assim nos enviou.

EU OS ENVIO

A missão nos foi dada pelo Senhor - Novamente Jesus disse: “Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio”. E com isso, soprou sobre eles e disse: “Recebam o Espírito Santo”.
João 20:21-22

Nós fomos enviados ao mundo pelo Senhor Jesus com a mesma missão social, de ser um agente para o benefício do próximo, seja ele quem for.

Fazer o bem a todos, indistintamente. Essa atitude não pode ser confundida com a evangelização, mas com a revelação do caráter de Deus em nós que “faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mt 5:45).

Visitar os órfãos e as viúvas (leia-se, os mais carentes da sociedade) (Tg 1.27). O texto não diz órfãos e viúvas crentes, mas todos eles. O texto também não diz que essa tarefa é apenas pastoral, mas cristã.

“Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé”. (Gl 6:10). É fato e natural que os membros da família da fé tenham prioridade, mas a Palavra nos ensina a fazer o bem a todos.

Nós fomos enviados ao mundo pelo Senhor Jesus com a mesma missão espiritual, de ser um agente de Deus para o anúncio da salvação para todos e toda e qualquer situação.

O uso da palavra “evangelizar” no Novo Testamento não significa ganhar almas, como normalmente pensamos. Evangelizar é anunciar a boa notícia da salvação em Jesus, e isto independe dos resultados serem positivos ou não, conforme nossa perspectiva.

Portanto, o sucesso da evangelização está ligado à comunicação fiel do evangelho de Jesus com amor.

Evangelizar é pregar o evangelho como ele é.

A forma de saber se estamos evangelizando é nos assegurar de que estamos fielmente tornando a mensagem do evangelho conhecida.

Evangelizar também não pode ser definido pelos métodos. Evangelizar é anunciar as boas notícias, independente de como este anúncio é feito. É pregar por todos os meios possíveis.

falando com um amigo, grupo de pessoas ou uma multidão.

distribuição de material impresso.

Desenhos com cenas e/ou motivos bíblicos.

Apresentações teatrais.

Evangelizar não é contabilizar almas ganhas para promover orgulho humano, mas anunciar a Cristo com fidelidade para fazê-lo conhecido por todos e para que todos possam ter a oportunidade de se decidir conscientemente por Ele ou não.

Conclusão:

O que este sermão abordou é a nossa missão como a missão de Cristo.  

E o sucesso no cumprimento desta grande missão depende do nosso entendimento completo dela (Social e Evangelístico) e da observação e cumprimento de cada “co”missão.

Penso que este é um dos sentidos de ser sal da terra (ação social) e luz do mundo (ação evangelística). Fomos enviados para dar sabor e conservação à vida da sociedade em que estamos inseridos, fazendo o bem e promovendo e lutando pela justiça e para evangelizar anunciando o perfeito Reino de Deus em Cristo do qual a prática e vivência da igreja hoje é uma anúncio profético.

Como igreja de Jesus nós precisamos compreender a missão que recebemos do nosso Senhor e Cristo, de ser agente abençoador para o mundo, levando amor e alento a todos por meio do envolvimento social e da evangelização cristã.

Você aceita a missão?



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Reflexões bíblicas

Meditando nas palavras de Paulo em 1 Coríntios 4:1-5 fui levado a concluir que o fato de estar sempre sob o julgamento de outros, até sobre aquilo que é responsabilidade deles, pode ser extremamente sufocante se não tivermos a consciência em paz pela certeza de quem somos e de que estamos fazendo o melhor aquilo que devemos fazer porque nos foi dado como missão pelo Eterno, pois o juízo que importa é o do justo Deus do céu.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Parâmetros

É tão triste ver pessoas se acovardando e negligenciando seu compromisso com Deus e ainda se justificando com base na negligencia de outros. Alegam que se os outros são negligentes e aos seus olhos tudo dá certo para eles, então também podem ser negligentes, pois tudo tem que dar certo para eles também. Ou seja, tanto um como o outro servem a si mesmos ou a uma instituição humana que julgam ser "Deus" e por isso querem questioná-la por não ser perfeita como eles imaginam que deva ser a perfeição.
Tais pessoas não servem ao verdadeiro Deus, pois quem serve ao Deus Altíssimo não olha para os lados, mas apenas para cima e se preocupa em ser o melhor para a glória dEle.
Adoração e serviço não tem a ver com pessoas e/ou lugares, mas com Jesus e a nossa sinceridade e fidelidade a Ele.

domingo, 22 de março de 2015

MOTIVAÇÕES


Fico pensando em como nosso Senhor olha para as nossas tentativas de "defendê-lo", que na verdade não passam de uma atitude arrogante de mostrar o quanto estamos certos em relação aos outros, como se fôssemos os donos da verdade.
É verdade que a maioria de nós não está disposta a assumir que as motivações nestes "debates" são egoístas. Preferimos nos defender e dizer que estamos "lutando pela verdade". Contudo, basta uma conversa algum tempo depois para ouvir a pessoa dizer com evidente satisfação como superou o outro, e nada mais além disso.
É possível parecer ortodoxo e sincero aos olhos e ouvidos humanos, mas o Eterno enxerga além.
Faz algum tempo que decidi que não vou ficar discutindo com ninguém, muito menos ficar "provando" o quando estou certo. Vou me ater a simplesmente falar da Palavra. Afinal, a mudança é uma porta que só se abre por dentro e naquele dia eu darei contas de mim apenas e da sinceridade com que anunciei a Palavra Eterna e não por quantos debates eu ganhei ou quantas pessoas superei com minha competência argumentativa.
Seja Deus exaltado e nós seus servos fiéis.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Deixa-me primeiro

Mateus 8:21 NVI

Outro discípulo lhe disse: “Senhor, deixa-me ir primeiro (...)”.

Esta frase do evangelho ainda é muito repetida hoje: "deixa-me primeiro"... aposentar, terminar a faculdade, ganhar dinheiro, me casar, etc.
Assim como aquele discípulo queria que Jesus esperasse até que o seu pai morresse para que ele seguisse o Senhor, da mesma forma muitos hoje querem que Jesus espere até que concluam seus planos para só depois poder contar com eles. Porém, quase nunca se dispõem; sempre surgem novos planos que Jesus deve esperar que sejam realizados.
Por que dizer para Jesus "deixa-me primeiro" e não "o que queres primeiro Senhor"? Porque o antropocentrismo tem dominado a vida de grande parte dos discípulos e o Cristocentrismo tem sido julgado como fanatismo religioso.
Qual tem sido a sua resposta para Jesus?

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O QUE É O EVANGELHO

O Evangelho consiste na anunciação de um Deus santo e soberano, que criou o homem para o louvor da Sua glória, e que este homem por sua própria responsabilidade transgrediu os desígnios de Deus, abandonando-o.
Porém esse mesmo Deus, por amor ao homem, se encarnou, assumiu a forma humana, pagou pelo pecado do homem na cruz do Gólgota, ressuscitou ao terceiro dia para garantir ao homem a vida eterna, e agora espera uma resposta do homem, crendo, recebendo e vivendo pela fé neste amoroso Deus que se dispôs a morrer pela sua criação para resgatá-la da dívida que para ela era impagável.
A parte de Deus já foi totalmente feita. E a sua resposta a este ato de amor e misericórdia, qual tem sido?

reflexão feita a partir do Livro "O que é o Evangelho?", de Greg Gilbert, Ed. Fiel.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Aprendizados de minha hora silenciosa com Deus.

Mateus 28:19 NVI

"Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo"

A missão de Cristo dada a cada um de nós é de fazermos discípulos dEle. E essa missão só pode ser cumprida por aqueles que já são discípulos de Jesus.
Se não temos impactado pessoas por meio da nossa vida a ponto de elas perceberem Jesus em nossas atitudes e palavras, então há algo errado na nossa conversão ou santificação.
A verdade deste texto é que Jesus já deu a ordem da missão para todos os discípulos. Não precisamos "sentir um negócio", "ter uma visão" ou "sentir um chamado especial". Temos apenas que ler a Escritura, tomar conhecimento da ordem do Senhor e cumpri-la.
Discípulo gera discípulo; ovelha gera ovelha; lobo gera lobo. E esta "gestação" está diretamente ligada à saúde de quem gera. Pais e mães saudáveis geram filhos saudáveis e o mesmo princípio se aplica aos discipuladores.
Com base no exposto acima cabe-nos alguns auto questionamentos. Nossa conduta, ações e palavras revelam que somos mesmo discípulos de Cristo? Se sim, nós temos influenciado com nossa vida cristã as pessoas que nos cercam? Se temos, qual a qualidade da influência que exercemos sobre essas pessoas ( sua saúde espiritual)?
Este pequeno texto é fruto de minha devocional nesta manhã, enquanto ouvia o Senhor Espirito Santo me ensinando em minha hora silenciosa.
Decidi compartilhar na esperança de te abençoar também.
Soli Deo Gloria.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Lições de Jesus

Lições que aprendi com Jesus:
Nunca pregue a sua religião, fale do Evangelho apenas.
Nunca cobre o envolvimento de ninguém, que ama se envolve sem cobrança.
Nunca imponha; sempre proponha.
Essas são algumas das diferenças entre o Cristianismo (divino na totalidade) e a religião (humanista por natureza).
Ele é o meu único Mestre. Afinal todos os demais mestres que tenho e tive, também aprenderam dEle.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Jesus: O Deus que se fez menino

Graça e paz lhes sejam multiplicados.
Que o Deus que se fez menino nos inspire a ser como Ele, que sempre escolheu a inocência em lugar da malícia, a alegria em lugar da raiva, a humildade em lugar do orgulho, o perdão em lugar da acusação, e, sobretudo, o amor em lugar do ódio.
Que neste dia nos lembremos que Ele assumiu a nossa natureza (Jo 1.14) e se fez como nós (Fp 2.5-8) para nos fazer participantes da Sua natureza (2Pe 1.14) e semelhantes a Ele (Rm 8.29).
Glória e louvores sejam dados a Jesus, nosso Senhor e Salvador amado.
Feliz celebração do Natal de Jesus.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Deus age a simplicidade

Bom dia!
Hoje é antevéspera do Natal e quero deixar esse texto para sua reflexão.

Lucas 2:6-7 NVI

"Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria".

Lembre-se sempre que Deus age na simplicidade e não na ostentação.
A Sua maior bênção para nós (Jesus) nasceu num lugar simples, foi envolto e panos e teve como berço um cocho onde os animais comiam.
Valorize cada momento simples da sua vida, porque nestes momentos Deus costuma estar realizando seus maiores milagres.
Deus age no silêncio da simplicidade. Ele não faz estardalhaços como nós, homens.
Soli Deo Gloria!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Os níveis da honra

"Tratem a todos com honra".
1Pe 2.17.

A palavra honra em grego significa "atribuir valor elevado, estimar, tratar com dignidade".
Quando utilizada em relação aos homens esta palavra apresenta três níveis.
O 1º nível é a honra intrínseca, que Deus possui e dá a todo ser humano por ter nos criado a sua imagem e semelhança.
O 2º nível é a honra baseada no caráter. Pessoas de caráter ilibado são dignas de nossa estima e respeito.
O 3º nível de honra está fundamentado no desempenho. Pessoas competentes no que fazer devem ser valorizadas, respeitadas e reconhecidas por isso.
O primeiro nível de honra se aplica a toda e qualquer pessoa, e devemos valorizar o próximo por possuir em si a imagem e semelhança do Eterno.
O segundo e o terceiro níveis de honra se aplicam somente àqueles que se fazem dignos dela, por meio de quem são (caráter) e do que fazem (competência).
Minha pergunta é: tenho sido digno dos níveis 2 e 3? Tenho dado honra a todos conforme seu(s) nível ou níveis de dignidade?
Essa é uma resposta pessoal e intransferível.
Solo Deo Gloria.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Cristãos e religiosos distinguidos pela motivação



Os cristãos são motivados pelo amor em tudo o que fazem e os religiosos pela obrigação. E a diferença que vejo entre ambos descrevo abaixo.
O amor arde de desejo de fazer o bem.
A obrigação gela de desprezo e não se importa com o bem.
O amor não reclama do que faz porque faz com alegria, enquanto a obrigação nunca vê motivo para se alegrar e só lhe resta reclamar.
O amor não conta o tempo, já a obrigação não consegue parar de olhar para o relógio.
O amor nunca quer ir embora, mas a obrigação não vê a hora de “se ver livre”.
O amor é amoroso porque conhece a Jesus e procede dele.
A obrigação se sente obrigada porque não conhece a Jesus ou conhece só de ouvir falar, mas não de se relacionar.
Essas diferenças me ajudam a identificar quando sou cristão e quando sou meramente religioso em meus atos.
Soli Deo Gloria!