quinta-feira, 29 de abril de 2010

A ADORAÇÃO DO MÉTODO EM LUGAR DE DEUS

TEXTO: Números 21.4-9; II Re 18.4.
INTRODUÇÃO:
Nossa reflexão de hoje tem o objetivo de analisar um evento passado na vida de Israel e o método de atuação de Deus para aquele momento e como os homens perpetuaram o método do Senhor, valorizando-o acima do próprio Deus por vários anos.
Ainda iremos ver como o Senhor usou um homem para destruir o “método” e construir o novo de Deus através de uma relação de entrega e comunhão com o Senhor.
1. O PECADO DO POVO TRAZ PUNIÇÃO
a. O povo de Israel pecou gravemente contra o Senhor e contra Moisés acusando-os de tê-los levado até ao deserto para morrerem ali e chamando o maná de “pão tão vil” (Nm 21.5).
b. Com essa murmuração estavam dizendo que Deus não era justo nem capaz de lhes dar algo melhor.
c. O Senhor então se ira contra o povo e o pune com o envio de serpentes que receberam o nome de “ardentes” por causa da inflamação causada pela mordida venenosa (Nm 21.6) que causava a morte de suas vítimas.
2. O MÉTODO DE DEUS TRAZ SOLUÇÃO
a. Diante do juízo divino o povo de Israel se arrepende e confessa o seu pecado, pedindo ao seu líder que orasse por eles (Nm 21.8).
b. Lição: pecado confessado é pecado perdoado (Pv 28.13).
c. O Senhor, na sua misericórdia fornece o escape por meio de uma serpente de metal, indicando que a causa do pecado torna-se a forma através da qual o pecado é expiado (Nm 21.9).
d. Portanto, essa serpente de metal era o método de Deus para aquele momento específico e nada mais. Passado o período de juízo ela deveria ser descartada.
3. A ADORAÇÃO DO MÉTODO TRAZ DESOLAÇÃO
a. Passados cerca de 700 anos aquela serpente ainda estava no arraial do povo de Deus, e pior ainda, ela era adorada (II Re 18.4).
b. Devido ao fato de o Senhor haver feito um grande milagre por meio daquela serpente de bronze as pessoas passaram a adorar a serpente em vez do Senhor.
c. Assim também muitos hoje têm adotado uma postura semelhante à do povo de Israel adorando os métodos de Deus ao invés do Deus do método. Tornando sagrado aquilo que não é.
d. Muitos cristãos hoje estão vivendo com o pensamento no passado dizendo: “antigamente Deus agia assim e assim, hoje já não é a mesma coisa”, “antigamente a música era verdadeira adoração, hoje a música não é mais adoração”, “antigamente o ritmo de louvor era ungido, os ritmos de hoje não têm mais unção”, por aí vai.
e. Valorizar mais o método (tradição) do que o Senhor é pecado de idolatria.
4. A ADORAÇÃO AO SENHOR TRAZ SALVAÇÃO
a. O Rei Ezequias estava disposto deixar o método antigo para fazer algo novo para o Senhor e restituir a adoração a Ele (II Re 18.5).
b. Muito mais importante do que os métodos é a observância dos mandamentos do Senhor (II Re 18.6).
c. Por essa decisão de buscar a Deus acima de todas as coisas (II Re 19.1ss) o Senhor deu a Ezequias todas as condições de enfrentar o seu inimigo (II Re 19.32-34).
d. O Senhor então muda o seu método e lhe dá a vitória sem que ele nem mesmo desembainhasse a sua espada (II Re 19.35-37).
e. A lição ensinada aqui é que não importa quais os métodos os outros têm usado o Senhor nos dará um método específico para o trabalho que ele tem conosco.
f. Portanto, o que precisamos é orar mais para estarmos em perfeita sintonia com o querer de Deus para os nossos dias.
g. Quando adoramos ao Senhor com um coração aberto ele sempre nos revelará a estratégia correta para nós, nos restando apenas confiar e agir de conformidade com a Sua vontade.
CONCLUSÃO:
Embora o Senhor tenha feito coisas grandes e maravilhosas no passado por meio de determinados métodos de trabalho hoje Ele tem métodos novos para realizar coisas novas por nosso intermédio. Embora Deus esteja fazendo coisas maravilhosas em outros lugares por meio de seus servos, Ele tem outras coisas maravilhosas para nós onde estamos, pois cada povo vive uma realidade diferente. Embora Deus possa estar realizando coisas grandes por meio do método que Ele nos deu para esses dias é preciso estar atento ao Senhor, pois a cada dia Ele nos faz conhecer novos meios de Sua ação.
Não fique preso ao passado ou ao método. Prenda-se ao Senhor e às coisas novas que Ele sempre faz.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Quem somos e o que temos

TEMA: QUEM SOMOS E O QUE TEMOS.
Texto: Marcos 4.3-9

Introdução:
Todos foram chamados a semear em nome do Senhor. Porém, devemos conhecer a nossa “semente”, o “terreno” em que semearemos e a “semente” que em nós germina.

I- O semeador.
Tese I: Que tipo de semente você semeia.
“... aquilo que o homem semear, isto também ceifará” (Gl 6.7).

1. Semeadores do mal (Jó 4.8-9) - “..., os que lavram a iniqüidade e semeiam o mal, isso mesmo segam. Com o hálito de Deus perecem, com o sopro da sua ira se consomem”.

 Defraudadores, adúlteros, feiticeiros, mentirosos (Ml 3.5) – “Chegar-me-ei a vós para juízo, e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o trabalhador pervertem o direito da viúva, e do órfão e do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos”.

2. Semeadores de justiça (Pv 11.18b) – “... mas para o que semeia justiça haverá galardão seguro”.

 Verdadeiros, honestos, justos, puros, amáveis, de boa fama (Fp 4.8) – “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. ...e o Deus de paz será convosco”.

II- O Terreno
Tese II: Que tipo de coração temos.
“O homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (I Sm 16.7c).

1. Corações impenetráveis (v.15). – São aqueles que enrijecem seus corações à mensagem do Senhor, desprezando-a.

 “Pelo que, como a língua de fogo consome o restolho, e a palha se desfaz na chama, assim será a sua raiz, como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó, pois rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel” (Is 5.24).

2. Corações inconstantes e fracos (Hb 10.38; v. 16-17) – “Mas o justo viverá da fé. E se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele” (II Jo 9).

3. Corações orgulhosos e ambiciosos (v.18) – “Procuras tu grandezas? Não as procures” (Jr 45.5) / “Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma. Então, o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.20). / “Olhar altivo e coração orgulhoso, a lâmpada dos ímpios, é pecado” (Pv 21.4).

4. Corações dependentes de Deus (v. 20) – “..., o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo” (Sl 84.2).

III- A semente
Tese III: O que temos no íntimo. (Lc 16.15) – “Mas Jesus lhe disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações. O que para os homens é elevado, perante Deus é abominação”.

1. Semente do pecado (Gl 5.19-21) – “As obras da carne são conhecidas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissenções, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus”

2. Semente do Espírito Santo (Gl 5.22-23) – “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”.

Conclusão
Sejamos semeadores de justiça, tenhamos corações dependentes de Deus e possuamos a semente do Espírito Santo.

Por: Pastor Ioséias C. Teixeira.

sábado, 17 de outubro de 2009

CAÇADORES DE MAGOS.

Texto: Atos 8.5-19
Introdução:
Nesta breve reflexão quero frisar a importância de se pregar o evangelho genuíno de Jesus Cristo. O texto em apreço nos traz uma séria advertência sobre praticantes de magia no meio dos salvos e sua visão distorcida das obras de Deus. Veremos as definições e as diferenças entre magia e fé e o que fazer para destruir esse mal no seio da comunidade dos eleitos. Que o Altíssimo nos abençoe.
I – O que é magia e o que é fé genuína.
a) Na definição de Carmem Cinira Macedo, cientista da religião, “na religião, o indivíduo é considerado subordinado à vontade dos seres sobrenaturais. Na magia, considera-se que sob certas condições, o indivíduo pode dominar e controlar as forças sobrenaturais”.
b) Portanto, a pessoa de fé se aproxima de Deus confiando na sua graça e na sua misericórdia, sabendo, porém, que a sua vontade é soberana e prevalecerá sempre.
c) Na magia as pessoas acreditam que se cumprirem todos os rituais religiosos, se dizimarem fielmente, se orarem metodicamente e cultuarem pragmaticamente, então Deus estará obrigado a atendê-los em seus desejos.
d) Para o mago fé é o que move o braço de Deus em seu favor. Para o fiel fé é o que o move para a glória de Deus.
II – Diferenças entre magos e fiéis.
1) Os magos se beneficiam dos seus “serviços prestados” cobrando altos honorários (v. 9-11).
2) Os fiéis beneficiam os que os rodeiam sem cobrar por isso (v. 5-8; 15-17).
3) Os magos investem alto para ter poder (v. 18,19).
4) Os fiéis não buscam ter poder, mas compartilhar a graça (v. 14,15).
5) Os magos negociam o que for preciso para ter poder (v. 18,19).
6) Os fiéis não negociam a sua fé (v.20).
7) Os magos vivem na dependência da satisfação ou da ilusão do seu público (v. 9,10).
8) Os fiéis são dependentes de Deus em quaisquer circunstâncias (v. 26).
III – Destruindo a magia na igreja de Cristo.
1) Precisamos pregar a soberania de Deus (II Co 12.7-9).
2) Precisamos pregar a pecaminosidade humana (Rm 3.23).
3) Precisamos pregar a graça e a misericórdia (v. 20-22).
4) Precisamos pregar a dependência de Deus (Sl 127.1,2).
Conclusão:
A fé cristã não é magia,e Deus não se subordina a homem algum. Portanto, cabe a nós lutar e repreender os “simãos” que têm aparecido no meio dos santos.
Assuma essa missão e causa para a glória de Deus!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O domínio da alma

Texto: Gênesis 2.7
Introdução:
O ser humano é composto de composto de três partes que o constituem: o corpo, a alma e o espírito conforme I Tessalonicenses 5.23: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo”. E, segundo de depreende do texto de Gênesis 2.7, o Senhor fez o corpo, soprou nele o fôlego de vida e só então o homem foi feito alma vivente. Isto é, a alma nasceu em função da união do corpo e do espírito e o trino ser (corpo, alma e espírito) existia em perfeita harmonia.
1. O DESASTRE DA QUEDA.
a. Após a queda do casal do Éden a carne tornou-se doente pelo pecado (Romanos 8:3 - Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne) e o espírito morreu (Efésios 2:1 - E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados) para Deus, e a partir de então, carne e espírito tornaram-se antagônicos e a carne passou a prevalecer visto que o espírito do homem está morto quando separado de Deus.
2. A ALMA DOMINADA PELA CARNE.
a. A alma então ficou sujeita a influência da carne depois do pecado, pois a alma é influenciável, seja pela carne seja pelo espírito. Como vemos em Gálatas 5.17 (Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis) a carne e o espírito lutam entre si para que façamos a sua vontade e não a do outro, mas quem faz então a vontade de um ou de outro? A alma, pois ela é a responsável por três funções importantíssimas: a mental (pensamento e conhecimento), a volitiva (vontade) e a emotiva (emoções). E o nosso conhecimento, assim como a vontade e as emoções são moldados pelos dois elementos que constituem o ser, a carne e o espírito.
b. A carne também tem três funções: o movimento (contato com o mundo externo), a sensação (busca incessante pela satisfação dos sentidos) e os instintos (sobrevivência, defesa. Sexualidade, sociabilidade, dar e receber amos, etc.).
c. Quando a carne está no comando nossa mente, emoções e vontades pas-sam a ser direcionadas para a busca egoísta de sensações físicas prazerosas e a satisfação de nossos instintos.
d. Nosso conhecimento passa a ser moldado pela carne e então passamos a pensar e construir idéias que justifiquem as obras da carne e assim nossa vontade fica direcionada para as coisas desse mundo.
e. Nossas emoções também passam a ser voltadas para as coisas da carne de maneira que passamos a buscar sensações que alimentem nossa busca por satisfação sensorial (ouvir músicas, ver filmes ou programas, ingerir alimentos e bebidas, usar perfumes e tocar determinadas coisas) e passamos a viver em função disso.
f. Por fim, nossa vontade se torna escrava dos nossos instintos de maneira tal que passamos a querer, de forma bem egoísta, ter mais do que os outros, seja comida, segurança, amizade, sexo e amor.
g. Em suma a carne escraviza a alma para que essa satisfaça todas as suas vontades.
3. A ALMA DOMINADA PELO ESPÍRITO.
a. Quando, porém, nos convertemos ao Senhor Jesus nosso espírito ganha vida.
i. (João 5:24) - Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.
ii. (Colossenses 2:13) - E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas.
b. Assim como o corpo e a alma o espírito também possui três funções: a intuição, a consciência e a comunhão.
c. A intuição é o conhecimento que se obtém por meio da percepção e é uma maneira especial de tomarmos conhecimento das coisas sem a mediação dos sentidos. Biblicamente ela é descrita como a paz que se instala em nossos corações quando estamos para fazer algo que seja a vontade de Deus ou, logicamente, a falta dessa paz quando tal coisa não está conforme a vontade do Senhor.
i. (Colossenses 3:15) - E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.
ii. (Romanos 5:1) - TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
d. A consciência é a faculdade espiritual de distinguir entre o certo e o errado e conforme a reação do espírito humano ao Espírito Santo ela é descrita como:
i. Fraca - (I Corintios 8:7) - Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, no seu costume para com o ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada.
ii. Má ou contaminada - (Hebreus 10:22) - Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, (Tito 1:15) - Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.
iii. Cauterizada - (I Timóteo 4:2) - Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
iv. Pura - (I Timóteo 3:9) - Guardando o mistério da fé numa consciência pura.
(II Timóteo 1:3) - Dou graças a Deus, a quem desde os meus ante-passados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço memória de ti nas minhas orações noite e dia;
v. Livre de ofensa - (Atos 24:16) - E por isso procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens.
vi. Boa ou honrada - (Hebreus 13:18) - Orai por nós, porque confiamos que temos boa consciência, como aqueles que em tudo querem portar-se honestamente.
(I Pedro 3:16) - Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo.
e. A comunhão é a união de propósitos e interesses em torno de alguma coi-sa; no nosso caso o interesse de salvação do homem e amizade com Deus.
f. A comunhão é estritamente espiritual, pois Deus é Espírito e importa que o adoremos (aspecto da comunhão) em espírito e em verdade (Jo 4.24) uma vez que aquele que se ajuntou com o Senhor em comunhão é um espírito com ele (I Corintios 6:17 - Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito).
g. Aquele que é nova criatura em Cristo Jesus (II Co 5.17) passa a alimentar a sua alma (mente) com as coisas do Espírito de maneira que os seus conhe-cimentos passam a ser moldados pela Palavra de Deus, que é espírito e vida (Jo 6.63), e então passam a construir pensamentos que glorifiquem a Deus no espírito.
h. Também suas emoções tornam-se voltadas para as coisas espirituais des-pertando uma comunhão íntima que visa alimentar a alma com coisas que nos aproximam de Deus (músicas, filmes ou programas diversos, alimentação, etc.).
i. Por fim, quando o espírito comanda a alma a sua vontade passa a ser a vontade de Deus, de maneira que nossos instintos tornam-se subordinados à consciência da Palavra de Deus, tornando-os controlados pelo Espírito Santo.
Conclusão
Precisamos decidir que o nosso espírito seja o dominador de nossa alma, a fim de que a vontade do Senhor se cumpra em nossas e possamos viver no centro da vontade de Deus.